- 26/01/2008 - 02/02/2008 - 09/02/2008 - 16/02/2008
16/02/2008
 

Eu quero é mais?


Acordar ao meio dia, em algum belo postal do mundo, com uma agradável companhia ao lado, sinônimo da fulga do agito e das complicações sem fundo.

Esse parece ser o cenário perfeito e a descrição do melhor acontecimento do ano, as mais esperadas FÉRIAS.

            ----"mas, pra que férias?"

Há algum idiota capaz de questionar tal bobagem? Sinto em responder, o pior é que existe.

Enquanto sem dúvidas para alguns as férias representam o melhor momento para o descanso e a recompensa do esforço feito ao longo do ano, para outros é um período caracterizado como aterrorizador.

            Veja o porquê?

            Atenção: as férias e o pensamento da esquerda.

- "Enquanto eu estou descansando, eu poderia com certeza estar produzindo em meu ambiente de trabalho. Ao invés de estar tentando me divertir poderia estar bajulando o chefe descolando aquele algum no final do mês. É ...... talvez se eu estivesse lá o coleguinha substituto poderia resolver não demonstrar seus talentos e dotes desconhecidos. Não sei o porquê mais aquele local sem mim não vai a lugar algum! Mas se encontrarem outro igual a mim ? E se ele for mais barato?"

E perdurando as lamentações pessimistas e agourentas! Eis o pensamento do exímio cidadão.

As férias devem ser obrigatoriamente concebidas ao trabalhador anualmente e com pelo menos 1/3 de remuneração a mais. O período é de 30 dias corridos para empregados comuns e de 20 dias úteis para empregado domésticos. O objetivo primacial desse período de descanso é contribuir para a saúde física e mental do empregado propiciando o repouso considerado essencial para recuperação das energias afim de que desempenhe um trabalho de qualidade ao longo do calendário trabalhista.

Por muitas vezes a necessidade faz com que o empregado prefira trabalhar a descansar. É preciso que ele se sustente e na maioria das vezes sustente também sua família e agregados.

Para os mais convencidos, o título de empregado exemplar e a ligação que o prende ao emprego. Ao que diz respeito aos "fominhas" do mercado talvez a responsabilidade seja claramente encontrada em sua ganância.

E aqueles que não possuem algo melhor para fazer encaram o trabalho como um passatempo compensatório. Caracterizados estes supracitados trabalhadores não adeptos a férias é fácil o difícil é escutar a resposta do porque da rejeição de tal momento gostoso do repouso anual.

            Ao final, o resumo das inúmeros motivos para a não aderência ao GOZO de FÉRIAS simplesmente é :

                        - EU QUERO É MAIS !

- Prof. Luís Moura

 
  Gerador de Improbabilidade Infinita